O Brasil posiciona-se como o país mais promissor para gerar novos negócios entre as nações emergentes. Esta afirmação foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo e diagnosticada pela consultoria ATKearney em pesquisa que constatou o progresso do grupo varejista brasileiro. O levantamento foi elaborado com base nos riscos econômicos e políticos do país, na capacidade de atração e saturação do mercado e na diferença entre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e do varejo.
Segundo a consultoria, as melhores oportunidades estão nos segmentos de vestuário, alimentos e eletroeletrônicos, cujo impulso deve acompanhar o ritmo de crescimento da renda do consumidor. Apenas o varejo têxtil nacional, por exemplo, movimenta atualmente cerca de R$ 130 bilhões ao ano. Esta quantia coloca o Brasil na lista dos três maiores mercados do mundo ao lado da China, Índia e Rússia.
A indústria do setor também demonstrou com altos números o seu poder de atração. De acordo com a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções), o segmento arrecadou US$ 52 bilhões em 2010 – o que corresponde a uma média de 9,8 bilhões de peças confeccionadas ao ano.
No Brasil, existem mais de 30 mil indústrias em cerca de 40 pólos de confecção espalhados por todo o território nacional. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram 53% da produção. Paraná e Santa Catarina respondem por 25% do volume e o restante fica distribuído entre as demais regiões.
Uruguai, Chile e Peru também tiveram sua capacidade para atrair novos investimentos constatada nesta pesquisa; o que mostra evolução para a América Latina. A China caiu do primeiro para o sexto lugar devido à saturação do mercado local.
Com informações do M&M Online.