02Fev/11

Usuários de pré-pago voltam a ser foco

Hoje, há mais aparelhos móveis no Brasil que habitantes. São 200 milhões de linhas móveis ativas, sendo que 82,34% são pré-pagas, de acordo com dados de janeiro da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A maioria delas pertence às classes C, D e E.

O minuto do pré-pago geralmente tem preços mais altos que em planos pós-pagos, mas faz as chamadas perderem espaço frente aos torpedos, quase sempre mais baratos. Diante deste quadro, as empresas perceberam a preferência nacional pelas chamadas de voz e encontraram uma forma de ampliar sua base de clientes, fortalecendo suas marcas. A estratégia encontrada para fidelização é oferecer crédito para ligações celulares.

O Bradesco, com o olhar voltado para 50 milhões de usuários de aparelhos pré-pagos sem conta bancária, criou uma modalidade inédita de conta corrente. Ela permite ao usuário converter o valor da tarifa da cesta de produtos em crédito para ligações de celular e mensagens. Em 2010, a instituição, junto com a Minucom, consultoria especializada em mobile marketing, investiu na ativação de cartões de crédito onde o cliente recebia bônus para recarga.

“Percebemos que grande parte dos 167 milhões de celulares pré-pagos não era utilizada para realizar ligações porque os clientes não realizavam recargas por falta de recursos.”, contou o vice-presidente de operações da Minucom, Marcelo Miragaia.

Ações abordando estas premiações tomaram conta do mercado em 2010. Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Walmart e Maxprint fizeram parte de pelo menos uma modalidade de bonificação com créditos para linhas móveis. A ViajaNet, agência online de viagens, com foco nos 70% de sua base de clientes das classes C e D, extrapolou o conceito de fidelização com milhagens e começou a premiar os clientes com bônus para celulares pré-pagos. Para cada passagem da Avianca emitida pela agência acumulava R$ 20 em bônus para ligação.

Produtos com o apelo “ganhou-falou” atingiram em cheio os usuários de pré-pagos. Segundo Miragaia, esse grupo se cansava de acumular bônus, preferindo o resgate rápido. A lógica contrária ao público que gosta de acumular milhagens para trocar por passagens aéreas.

Com informações da repórter Keila Guimarães, do Propmark.

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