Governo e operadoras de telefonia ainda ajustam parceria para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Problemas com as negociações ocorrem desde o final do ano passado, quando o contrato final sofreu mudanças na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que não agradaram às teles.
Engajadas através de metas de expansão do serviço telefônico nos próximos anos, as operadoras não aceitam a determinação, estabelecida na última alteração, de investir nas centrais já instaladas nos municípios de zonas rurais. Segundo as teles, estas centrais seriam ofertadas também a terceiros por um preço tarifado, o que viabilizaria concorrentes regionais em internet.
Insatisfeitas com o acordo, as operadoras recorreram à Justiça no final do ano passado. Para amenizar e retomar a viabilização do PNBL, o ministro de Comunicações, Paulo Bernardo, pediu a retirada da ação às teles e abriu negociação em janeiro. A última ação do ministro na tentativa de alinhar a negociação foi incentivar as operadoras do PNBL a venderem planos de 600 Kbps por R$ 29,80 no país e, em troca, cancelou os investimentos nas centrais.
Com informações da Folha de S. Paulo e do Adnews.