21Fev/13

Movimentação nas favelas é de R$ 56,1 bilhões por ano

No país, são 12 milhões de habitantes morando em favelas. Se essa população integrasse um estado brasileiro, ele seria o quinto mais populoso do território nacional. Geralmente concentradas nas capitais e regiões metropolitanas, estas comunidades movimentam o montante de R$ 56,1 bilhões por ano, um número comparável PIB da Bolívia, segundo estudo do DataFavela. O estudo faz parte de uma parceria entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (CUFA).

Alavancada pelo crescimento econômico do País, quem vive nestas comunidades migrou de classe social nos últimos 10 anos. Em 2002, 60% deles pertenciam à classe baixa, enquanto 37% eram da classe média. Em 2013, o quadro se inverteu: 65% se enquadram na classe média e 32% na classe baixa. Na classe alta, os 3% se mantiveram estáveis.

Grande parcela do consumo realizado por eles é feito dentro das próprias comunidades, entre eles: 82% das recargas de celular, 81% dos gastos com barbeiro e salão de beleza, 74% das compras de mercado e padaria e 62% dos gastos com produtos de beleza e perfumaria.

Na alimentação o mesmo acontece: 62% dos gastos com restaurantes e lanchonetes são feitos na própria comunidade. Já as compras planejadas, de valor mais alto, são realizadas em locais distantes, como os eletrodomésticos e produtos eletrônicos (60% delas).

A posse de bens merece ser destacada. Máquina de lavar roupas, celular e microcomputador estão presentes em 79%, 256% e 1.333%, respectivamente, a mais dos lares. Quando se fala em telefonia, nove em cada dez moradores possuem celular; 52% das residências têm máquina de lavar (diante dos 25% em 2002) e 40% já contam com computador (em 2002, eram 3%). No acesso à web, 45% das pessoas vivem esta realidade.

Sobre o perfil do morador de comunidades, eles têm três anos a menos (30 anos) que a média brasileira. O percentual de negros nas favelas é de 67% contra 52% da média nacional. A escolaridade aumentou: em 2002, somente 1% da população tinha ensino superior e 13% contava com o ensino médio completo, enquanto 51% não eram alfabetizados. Em 2013, 5% têm algum diploma universitário e 35% o ensino médio, com os analfabetos caindo para 33%.

Com informações do MMOnline. / Adaptação: Equipe FTPI | Negócios em Mídia | Mídia Regional.

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