Com a programação de megaeventos esportivos acontecendo no Brasil em 2014 e 2016, a indústria do esporte já começa colher o crescimento do setor. Estimativas da Abriesp, associação do segmento, dizem que este ano fornece bons indícios do que virá por aí. “A indústria do esporte vinha crescendo em torno de 10% nos últimos anos. Para 2010, a previsão é de um aumento de 15% em relação a 2009. O mercado indica que deve dobrar nos próximos cinco anos”, comentou Sérgio Schildt, vice-presidente da entidade.
A Abriesp considerou o que o aporte que a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, gerará para a economia brasileira. Segundo o estudo encomendado pelo Ministério de Esporte à Fundação Instituto de Administração (FIA), da USP, os eventos agregarão R$ 285,2 bilhões aos cofres do país.
Para Schildt, grande parte deste montante deve ser destinado para o setor de equipamentos esportivos. Ele relatou que a maior procura é por instalações que atendam às necessidades dos esportes mais praticados pela população, como campos de grama sintética ou ginásios poliesportivos.
O executivo disse ainda que as obras ganharão intensidade não somente nas cidades-sede. Os municípios vizinhos aos locais de competições podem oferecer centros de treinamento às seleções esportivas. Entre as cidades que podem funcionar como sub-sedes dos grandes eventos estão Florianópolis (SC), Vitória (ES), São Luís (MA), Maceió (AL), Uberlândia (MG), Foz do Iguaçu (PR) e Mogi das Cruzes (SP).
Com informações do M&M Online.