25Fev/11

E-mail marketing ganha primeiro estudo no Brasil

Indicadores Abemd de E-mail Marketing. Esse é o nome da pesquisa realizada pela Simonsen Associados com 68 empresas (entre anunciantes e provedoras de tecnologia) para a criação de um banco de dados e a descoberta do funcionamento do marketing que vive do disparo de e-mails. O levantamento ocorreu nos meses de dezembro de 2010 e janeiro de 2011 a pedido da Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd).

Como fonte de informações o estudo contou com companhias que faturam de R$ 100 a 200 milhões (30% do corpo de entrevistados). Esse fato é importante quando se observa que metade dos participantes registrou que 10% de suas receitas vieram de campanhas que utilizaram a ferramenta. Apenas 22% dos pesquisados não aplicam o recurso em suas estratégias de marketing direto.

Já entre os que usam, há quem aposte bastante na hora de investir. Notou-se que 31% das fontes lançaram de 6 a 10% do orçamento destinado a uma campanha para o disparo de e-mails e 7% disponibilizaram até 20% do honorário reservado. As escolhas de uso são variadas. A preferência de 36% dos questionados é para abordagens de teor promocional, mas existem também os que veiculam apelos de venda (33%), ações de relacionamento (31%) ou conteúdos (31%).

“Esse resultado mostra que as estratégias das empresas estão mais certeiras e que existe uma grande preocupação com a segmentação de mensagens; o que leva maior relevância e benefícios reais aos consumidores”, aponta Efraim Kapulski, presidente da ABEMD. Justamente por isso, a pesquisa notou cuidados de seus entrevistados com relação ao alcance (números de e-mails e campanhas/mês), filtragem de público (por histórico de comportamento, informação demográfica e psicográfica) e feedback (rastreamento de erros, abertura de mensagens pelos usuários, taxa de conversão, número de cliques e visitação ao site da companhia).

Todos esses pontos contam muito antes de disparar uma campanha por e-mail e as empresas preocupam-se em realizar essa abordagem publicitária da melhor maneira possível. Não é para tanto que 60% das fontes firmaram no estudo a intenção de investir em soluções de e-mail marketing (31% dessas planejando ampliar negociações nos próximos três meses).

Desenhou-se um mercado com muitas oportunidades, mas com muito a ser descoberto quando 74% das empresas ouvidas ainda indicam não ter nenhuma agência consultora especializada contratada para tal atividade. Como se não fosse o bastante, esse cenário ainda pode ter um aquecimento com o boom no Brasil dos sites de compras coletivas, como ressaltou Antonio Cordeiro, presidente da Simonsen.

Com informações de M&M Online

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