12Abr/13

Brasil é 1° consumidor mundial de perfume e desodorante

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o brasileiro é o povo mais perfumado do mundo. De acordo com levantamento da entidade, o Brasil sagrou-se líder mundial no consumo de fragrâncias e desodorantes no ano passado, quando as vendas líquidas (sem adição de impostos) do setor tiveram alta de 15,62%, atingindo os R$ 34 bilhões.
As fragrâncias faturaram R$ 5,4 bilhões (15,9% do total) e os desodorantes, R$ 3,3 bilhões (9,7% do total). O crescimento médio do setor de fragrâncias nos últimos 5 anos foi da ordem de 14,2% e o de desodorantes, de 15,3%.

O Brasil também se destacou em outras categorias, ocupando a vice-liderança mundial no consumo de artigos de banho (R$ 3,4 bilhões, com alta médio de 15,7% nos últimos cinco anos); cabelos (a mais alta do mercado interno, faturando R$ 7,7 bilhões e crescendo 7,7%); infantis (R$ 1,3 bilhão, alta de 17,9%); masculinos (R$ 4,1 bilhões e alta de 16,2%); e proteção aolar (R$ 1,1 bilhão e alta de 11,2%).

No geral, o Brasil é o terceiro maior player global, com 9,6% de share, perdendo só dos Estados Unidos, que tem 15,9% e do Japão, com 10,9%. Tudo indica que o setor repita até 2017 o crescimento dos últimos 17 anos, alavancado o aumento da expectativa de vida, a renda da classe C e a modernização de fábricas e ganhos de produtividade. As empresas do setor investiram em 2012 R$ 13,6 bilhões em ativos, P&D e branding. O valor é 18% maior que em 2011.

A consultoria Brand Finance divulgou o ranking das 50 marcas de cosméticos mais valiosas do mundo. Apenas a Natura aparece na lista, ocupando o 20º lugar, com valor de marca de US$ 1,84 bilhão (na edição anterior, era a 17ª).

No topo, temos a Olay, pertencente à americana Procter & Gamble, que tem portfolio de cosméticos restrito, mas só a marca Olay vale US$ 11,7 bilhões. Depois, estão a francesa L’Oréal, que passou da terceira posição para a segunda (valor de US$ 8,69 bilhões); a Neutrogena, da J&J (com US$ 6,9 bilhões); a alemã Nivea (US$ 5,8 bilhões); e a francesa Lancôme (US$ 5,5 bilhões).

Constam ainda a Avon (US$ 5,1 bilhões), Dove (US$ 4,2 bilhões), Estée Lauder (US$ 3,8 bilhões), Biore (US$ 3,3 bilhões) e Christian Dior (US$ 2,9 bilhões).

Com informações de Roseani Rocha, do M&MOnline. / Adaptação: Equipe FTPI | Negócios em Mídia | Mídia Regional.

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