A ABRADi (Associação Brasileira das Agências Digitais) divulgou os resultados da 2ª edição do Censo das Agências Digitais. A pesquisa tem como objetivo traçar um perfil da evolução do meio e a criação de uma base de dados sobre o mercado brasileiro de agências digitais.
O estudo consultou 150 agências, incluindo empresas não filiadas à ABRADi. As informações passaram por um cruzamento com dados do Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Índice Alpha.
A pesquisa revelou um crescimento no número de agências digitais de 2.275 para 2.518, mais de 10% em relação ao ano anterior. O censo mostrou também que o faturamento das agências foi de R$ 974 milhões (sem considerar os investimentos em mídia), ou seja, um crescimento de 28,9% em relação a 2009.
Sobre os serviços mais executados pelas agências digitais existentes no Brasil, a criação de websites continua no topo do ranking. No entanto, houve um aumento considerável nos projetos focados em redes sociais e mobile marketing.
O censo aponta também um aumento nos empregos gerados. Ao todo, o setor tem 23 mil pessoas empregadas, tendo aumentado em 10,7% esse número em relação a 2009. A pesquisa indicou que existem perto de 60 mil computadores dedicados à produção nas agências no Brasil.
Segundo Cesar Paz, presidente da entidade, os dados revelam o crescimento do setor de comunicação digital e o aumento da representatividade das pequenas e médias agências. “Somados os dados de faturamento das agências em serviços, compra de mídia e o Search Engine Marketing, o setor movimentou cerca de R$ 3 bilhões da economia brasileira.
Com informações do Adnews.